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BRASIL, Nordeste, FORTALEZA, MUCURIPE, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Sexo, Livros, mais sexo! MSN -
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A turista
“Não é possível que só se tenha praias para se ver nesse lugar...” esse foi o pensamento que, já há algum tempo, me fez querer conhecer um pouco mais da capital da terra da luz; seu centro histórico, construções antigas, pontos turísticos. 
Bom, sábado estou euzinha negra e nobre andando na orla quando fui abordada por um sujeito: “ônibus duble-deck super confortável, guia credenciado pela Embratur, bebidas liberadas durante o passeio, paradas estratégicas e muito mais!...” Isso era o tiozinho vendendo um “city tour”. Topei a idéia achando que não tinha nada melhor a fazer... (tola fui eu, meu amor! Até repetir as 3h na cadeira do dentista biba sádica indicado pelo Gato seria melhor que aquilo! Mas como só descobri isso depois que já estava lá, fui...)
Na realidade era um ônibus velho de dois andares, o de cima aberto e com bancos sujos; um guia menina-mulher que chegara acompanhado por uma biba jaguatirica que parecia a mistura do Pitosquaco com o Ovelha (lembra do cantor Ovelha ! Então, o muco da mona era igualzinho ao dele só que no penteado do Pitosquaco!) trajando uma calça pescador, camisa da seleção com o nome “Kaká” e ray-ban, e que ficou as 2h do passeio fazendo carão. O guia não se lembrava de nada, dava umas informações erradas (teve uma hora que ele falou que tinha uma árvore lá que havia sido trazida pelos ingleses pra cá há mais de mil [?!] anos! Hello?!) e fazia piadas sem graça o tempo todo ; as bebidas se resumiam a copinhos d’água da mais fuleira e umas garrafinhas “baby” do refrigerante “Mais Sabor”, laranja ou limão, um para cada um!
O grupo: média etária distorcida pela minha presença: 45 anos; origens: um casal do Rio, uns velhinhos de Sampa, uma tia do sul, um casal de cacuras franceses que não devem ter entendido nada pq o português do guia era difícil até pra gente, um trio de velhinhas que mal conseguiam andar (na volta dei pela falta de uma delas, uma mavula. Fui informado que ela não conseguira subir novamente e preferiu ficar na parte de baixo do ônibus. Sozinha... ), um casal de portugueses e um de açorianos (eu não sabia nem que tinha gente lá !).
As paradas estratégica se resumiram a apenas duas devido à hora (essa era a desculpa dada pelo guia... hello?! Pq não marcaram para mais cedo?! Hein... ). O que eu não entendi foi a tal "estratégia" da parada: o ônibus parava nuns locais nada a ver, deixava a gente e depois a gente tinha que andar atrás dele de novo... o ó! Deveria ser estratégia para economizar combustível!
Nessas paradas o povo se dispersava e o tio que parecia ser o dono do negócio ficava tentando juntar a galera. Numa dessas quase perdemos os franceses, noutra foram os dos Açores que depois que nos encontraram comentaram num sotaque português: “Pur sórtê avixtâmux êxte rapaizóla acá!”. Uma chance para saber quem era o ponto de referência!?
(Só para vocês visualizarem o casal: ele era um coroa do tipo alemão, alto, branco mas vermelhão, cabelos longos e uma barbicha branca; ela fazia a linha loira, baixa, meio mavula, branca saída da explosão de um microondas. As roupas: ele estava de shorts e uma camisa baby look um pouco acima do umbigo feita daquele pano cheio de furinhos - sabe? - e sandálias. Ela usava um tomara-que-caia branco (Tomara que caia de cara! O trocó era o ó... parecia uma fralda de pano!) e sutiã com alças de silicone que pareciam duas tiras de durex grudadas nos ombros dela. Começo a achar que não teria sido tão ruim tê-los perdido !)
E lá fomos nós desviando dos fios da rede elétrica de Fortaleza (teve uma hora que o guia quase foi arrebatado por um fio de alta tensão! Imagina a mona sendo eletrocutada ali com aquele microfone na mão? O ó!) e dos galhos de árvores. Bicha, ainda bem que eu sou ninja! Teve uma hora que eu quase fiquei de enfeite de Natal! O ó...
Mas no fundo o que mais me dói e lembrar que eu morri em R$ 20 aqüés por isso! 
SSCIJF (Shannah Silva, Cover do Indiana Jones em Fortaleza)
Escrito por Roger Delíci@ às 18h56
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Halloween
(O povo fala! Caceta, não é fácil atualizar isso aqui "online"! Eu hein... tá certo que eu demorei um pouco, mas é que eu 'tava sem inspiração!)
Dia 1 de novembro. Dia de todos os santos e dia de festa de Halloween na casa da Buceta.
Pela manhã perambulamos pelo Saara para comprar as últimas coisas para a decoração e para as fantasias; à tarde almoçamos na casa da Buceta.
A decoração ficou por conta da lindinha aqui com o apoio do Gato e de minha noiva Liliputiana. Te mete, meu amor! Ficou tudo! Abóboras, morcegos, fantasmas, caldeirões fumacentos, bichas... sendo que as últimas chegaram depois!
Apesar da chuva torrencial que caiu sobre a cidade, o povo compareceu em massa e estava animado!
Buceta num vestidinho preto (rarará... definitivamente os diminutivos não combinam com minha amiga!), Lola fazendo a linha noiva do Chuck, minha noiva de palhaço , meu Gato de Tropeço rastafári (tudo de bom!), eu de mistura de Ronald Mc Donald e Mortícia trabalhando para a Comlurb, Sereia Será de Gasparzinho, a mãe da Buceta de ... e mais um monte de seres estranhos que costumam aparecer nas festas em Cliff Village só que desta vez vestidos de preto.
Meu amor, foi tudo! Zoamos muito! Anos 80 na veia, pinta horrores, biscoitinho de isopor, bolo sangrento, tudo de bom! Só o horário de verão tomando uma hora da nossa farra que não venceu... mas também já estava na hora... nem colocando a vassoura atrás da porta o povo ia embora! Eu encanando a personagem a sério: morta de cansaço, louca pra ir embora e dormir o sono dos justos (e dos largos também, meu amor, qual o preconceito?! Eu hein... te conheço?! (Gente, essa mulher é muito engraçada! ))
Tola fui eu, meu amor! A Buceta levou o tema a sério e fez terror até o último momento : só saí de lá quase às 5h e depois de limpar tudo... Isaura perde! A desgraçada não moveu uma palha para arrumar e me fez ficar lá para “ajuda-la”... 'tá boa! Ela fez a maluca, se esparrama no sofá e ali fica tagarelando enquanto nós arrumávamos a bagunça... hello?! Era pra ajudar ou para fazer tudo sozinha?! Eu hein...
Ai, ai... mas conseguida minha alforria, corri livre feito uma gazela com meu Gato e terminamos a noite, ou melhor, começamos o dia soltando a bruxa! Só no duelo de varinhas, meu amor! (“VarINHAS”?! ‘Tá boa!) Liiiiinda!
(Ah, comentário ofídico: pq certas bibas cismam em se fazer de bofe?! Pior: pq certas mapoas fingem que não vêem isso?! Senhor, iluminai-as! A maluca com uma menina mais mulher do que ela na frente dela e ela faz a linha “ah, ele é tão educado, sensível...”. Ele é mulher, maluca! Ele é viado! Eu hein... depois reclama quando as roupas somem e o batom acaba mais rápido que o normal... )
SSNNG
Escrito por Roger Delíci@ às 17h22
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Love's in the air...
Paixão – substantivo feminino – sentimento, gosto ou amor intensos a ponto de ofuscar a razão; grande entusiasmo por alguma coisa; atividade, hábito ou vício dominador.
Meu vício é vc! Meu cigarro é vc! Eu te bebo, eu te fumo!
Gatão, meu dadinho, te adoro!
Roger
Escrito por Roger Delíci@ às 18h34
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Domingo no parque
(Nossa! Como o tempo passa rápido! )
O feriadão do dia de finados rendeu! Uh-uh! 
Mais de uma quinzena vivendo em Maracanaú e eu já estava ficando com a cabeça chata! Mas, pronto... (o povo do Ceará fala “pronto” pra tudo!), desembarquei linda e loira no Maestro Tom Jobim e de lá pros braços do meu gatão... braços, peito, pernas, mãos! Ui, delícia! 
Sábado fui comprar abóboras com o Gato e depois fomos almoçar com o povo de Cliff Village (a maluca que conta que foi comprar abóboras como se fosse algo corriqueiro, natural! ). Almoçamos no shopping de onde tiramos a inspiração para o nosso programa de domingo: marcamos de ir ao parque de diversões! Um desses Tivolis de Porco estava aportado lá e resolvemos arriscar nossa integridade andando naqueles brinquedos e convivendo com aquela horda de adolescentes suburbanos.
E lá vamos nós! Eu, Gatão e Buceta. A miss Lilipute deu um balão e sumiu! Mas acho que foi melhor assim, seus frágeis pulmões não agüentariam a horas de risadas e ela acabaria fazendo a passagem com anoxia!
Bem, vamos lá! Primeiro brinquedo: Barco Viquingue. Nos sentamos num dos bancos mais das pontas e a geringonça começou a balançar suavemente pra lá e pra cá, pra lá e pra cá... (só um detalhe: na volta anterior um erê dunda vomitara o banco atrás do nosso. O tio do brinquedo jogou uma água básica e foi. Cada vez que o brinquedo balançava a gente ouvia uma enxurrada de vômito diluído vindo e rezava para que ela voltasse!) E o vai-e-vem foi ganhando velocidade (hummm... delícia! ) e mais e mais... eu fazendo a maluca gritava e levantava os braços, a Buceta ao meu lado parecia um carrapato de baleia grudada na barra de segurança do brinquedo! Nada soltava a desgraçada dali! E enquanto isso o Gatão apertava o braço da mapoa do outro lado. E vai e vem e vai e vem e o troço ia cada vez mais alto e foi quando a gente começou a sentir que o maldito barco estava chegando num ângulo que a gente estava saindo do banco! Viado, desespero total! Me agarrei àquele ferro como se fosse o último ocane do planeta! E eu gritava para o tio parar aquela joça e nada! Pânico total! PQP, bichas! Pra tirar o edi da Buceta do banco, haja força! E ela também 'tava se soltando! 
Mas sobrevivemos. Saímos dali e fomos para o Amor Expresso : a Buceta e o Gatão num carrinho e eu sozinha no outro... (Buceta, o ó! ) Tadinho do Gato, foi fazer o cavalheiro e deixou a maluca ir do lado de dentro do carrinho... rarará... lembrei das minhas aulas de física! A “massa” sendo acelerada pela força centrífuga, viado! E o carrinho girava, girava e a Buceta esmagando meu macho! Parecia uma jaca na máquina de lavar! A maluca se aproveitando do meu homem e euzinha atônita tendo de ver aquela cena dantesca! A louca, meu amor! Eu sei que calada não fiquei! Defendi o que é meu gritando: “larga meu homem, desgraçada!” Se não fosse pelo fato de euzinha também estar lutando contra a força centrífuga para me manter linda e loira, teria navalhado ela toda ali mesmo! 
(Gente, maldita seja a física! Putz, o que foi o muco da bucetinha no carrinho da frente?! Nu! A garota saiu do brinquedo parecendo um porco-espinho! Trilha sonora dela saindo com o cabelo todo em pé: “Lá vem o sol, turururu!”)
Do Expresso para a Montanha Russa. O ó! Sem comentários! Me senti virgem novamente, meu amor! Pq a gente faz isso com a gente mesmo?! Eu hein... 
Ironia do destino: eu, praticamente a torre sul do WTC, do alto dos meus quase dois metros, tenho medo de altura. Quanto mais quando estou a bordo de um carrinho minúsculo sem ter como repousar minhas pernas de maneira confortável e dividindo o espaço com a Maluca... o ó! Gritei mais que a Cindy Lauper em We Are The World! Well, well, well!... ui! Foi!
La Bamba... esse é um que é um grande círculo onde as pessoas se sentam e ele começa a girar e chacoalhar! A gente não tem nenhuma segurança e até agora não sei pq acha isso muito divertido!?
Estamos lá nos preparando: “olha a carteira”, “chega pra lá!”, “segure firme”... de repente aquele troço começa a sacudir! “Rarará”... tudo muito engraçado até aquela joça pegar velocidade! PQP, viado! E a Buceta do meu lado sacudindo mais que a garotinha do Exorcista! (so que a garotinha 'tava amarrada; ela 'tava solta!) Mas até aí eu achava graça... achava, pq quando eu senti que o meu celular tinha caído do meu bolso, bicha, e parara debaixo das nádegas (ai que chique!) da Buceta, foi o terror! NÃO! Fiz a maluca e, sem temer o perigo de ter meu braço amputado, meti a mão (hummm) pra resgatar meu celular daquele buraco negro!
Cianças, vocês têm idéia do que era a Buceta sendo sacudida pra cima e pra baixo e para um lado e para outro, eu com meu braço no edi dela tentando pegar o aparelho, ela gritando “Tira a mão daí, viado!” (eu hein, como se eu quisesse por a mão ali! Te conheço?! Eu hein...) e o Gato chorando de tanto rir? (É... o namorado quase tendo o braço esmigalhado por aquela betoneira disfarçada de bunda e ele rindo!?) Ninguém merece!
Pra terminar nossa odisséia em meio aos adolescentes suburbanos fomos num brinquedo chamado Crazy Dance. São umas cadeiras duplas que giram alucinadamente... dessa vez a Buceta foi sozinha... o Gato até tentou ir do lado dela, mas não coube! Rarará... ai, ai... o troço gira numa velocidade alucinante. A maluca aqui quer fazer a engraçada: enche a boca d’água pra fingir que vai vomitar, mira na Buceta na hora em que os carrinhos se alinham e cospe! Resultado: o Gato todo babado do meu lado e a maluca seca... desgraçada!   
Bom, foi isso... desculpem-me, mas só estando lá pra entender o que foi esse dia! MUITO BOM! Até o bico que demos no balde indo a um rodízio de pizzas depois foi perdoado! SSLLA (Linda, loira e apaixonada !)
Escrito por Roger Delíci@ às 18h30
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